Suicídio próprio das sociedades primitivas
Três categorias dentro da tipologia o suicídio altruísta:
1°) homens velhos ou doentes,
2°)mulheres por ocasião da morte dos maridos,
3°)de fieis ou servidores por ocasião da morte de seus lideres.
Em todos esses casos, matar-se não é um direito, mas um DEVER SOCIAL. Se ele faltar com esta obrigação do suicídio, será desonrado e sofrerá castigos religiosos.
Aqui não se trata do excesso de individualismo, mas o contrário: COMPLETO DESAPARECIMENTO DO INDIVIDUO NO GRUPO.
Suicídio altruísta: fortemente ligado com a sociedade; a sociedade coage o homem a se matar, o obriga.
Mas ainda que a sociedade o coaja a matar-se(o que seria uma anomia). O fim ainda é social, neste caso, pois o objetivo é manter a sociedade, mantendo a hierarquia e a subordinação, então o individuo se mata, mas por dever de lealdade para com seus chefes ou lideres.
Altruísmo em oposição ao egoísmo
Altruísmo: amor ao próximo, abnegação. Humanitário , filantrópico, o oposto de egoísta.
Aquele em que o ego não se pertence,s e confunde com outra coisa que ele próprio, em que o pólo de sua conduta se situa fora de si mesmo, ou seja, num dos grupos a que ele pertence.
O suicídio altruísta é mais próprio de sociedades inferiores, mas também o encontramos entre sociedades modernas-mártires cristãos- alienar a personalidade em virtude do ideal a que serviam.
É possível encontrar suicídio altruísta também no exercito- não poderiam ser classificados de egoístas, pois os militares pertencem a um grupo fortemente integrado.
Militares de carreira aderem ao sistema no qual estão integrados, são leais a ele. O suicídio não seria então fruto do desgarramento dos laços e sim da disciplina- morrer pela categoria e pela pátria.
Altruísmo: SM. Sentimento de quem põe o interesse alheio acima do seu próprio (Dicionário Aurélio; Editora Nova Fronteira)
20/10/2009
Durkeim e o suicídio altruísta
Postado por
Felipe Cajazeiras
às
08:14
0
comentários
09/09/2009
Ideologia, quem precisa de uma pra viver?
A minha realidade do mundo: minha ideologia. Influenciada pela classe dominante? Talvez sim, mesmo fazendo o possível para que isso não aconteça. A ideologia que sigo é a de que vivemos em uma sociedade desigual, e que muita coisa está fora do lugar. Por esse motivo sinto-me livre da tão associada: alienação-ideológica. Seguir teorias, seja ela Funcionalista ou Positivista, sempre com um olhar crítico.
A Ciência Social nos diz que a ideologia é um conceito complexo. Complexo e ao mesmo tempo tão presente em nossas vidas; conseqüentemente em nossa sociedade. Minha visão da sociedade está em constante renovação, por meio da investigação das mais variadas fontes. Quero conhecer a forma de pensar do burguês e do proletariado. Minhas opiniões estão em constante movimento, porque não me envergonho de raciocinar e aprender; já dizia Alexandre Herculano, grande escritor português. Ideologia não se cria, experimenta-se, mesmo que depois fique evidente que tudo não passava de alienação-ideológica.
Minha teoria ideológica teria características clássicas. Como por exemplo a Teoria Histórica, que diz que nada é absoluto, tudo necessita de complemento e sobrevive da mudança. Mudar o que não me agrega qualidades e alterar as verdades absolutas com doses de bom senso, são exemplos da minha ideologia; meramente criada em meu inconsciente - porém aplicável. Da Teoria Funcionalista eu uso a idéia que diz que somos um organismo vivo. Vivos e o que não funciona é uma disfunção. Só que o meu conceito de disfunção é apenas aplicável para políticos corruptos, pedófilos, estrupadores e todas essas “mazelas” sociais. Chega de conviver com pessoas de caráter doentio.
Por fim, todas as ideologias estão intimamente relacionadas com a cultura. Difícil é manter-se neutro, em meio aos desejos de classes e culturas diferentes. Caráter e ética é algo tão complexo quanto uma ideologia, porém o senso comum do homem aceitável socialmente é perceptível a qualquer pessoa. Minha ideologia teria duas idéias chaves: respeito ao próximo e desejo de crescer, sempre.
Postado por
Felipe Cajazeiras
às
17:39
1 comentários
07/09/2009
Cartas virtuais
Conversar por e-mail, que tal?. Você prefere conversar pelo sistema de mensagens instantâneas?. Decida-se, pois iremos esticar algo inexistente. Conversar sobre coisas simples, apenas movimentar ideias. Transformar letras e pixeis em vida. Podemos compartilhar segredos; mesmo que seja tudo mentira.
Irei descobrir seus medos e frustrações. Chore as verdades da sua vida orgânica pra mim. Sabe aqueles e-mais?. Estão guardados na minha memória digital- possivelmente para eternidade. O relógio vai passando assim como a vida, mas tudo vai ganhando proporções maiores. O que antes era só um passatempo, hoje ganha sentimentos.
Nossas experiências se cruzam em meio as derrotas e as felicidades. Tudo acontecendo por trás da cortina, nada mais interessante que os nossos bastidores. Passando dos limites da razão para a solidão em frente a esse computador. Distante de se tornar realidade, mas cada vez mais existente.
Postado por
Felipe Cajazeiras
às
12:08
0
comentários
05/09/2009
03/07/2009
Psicologia de Bar
Conversando com meu amigo Gabriel, ele me relatava sobre um tal resumo. Era um texto escrito por um amigo dele, que não conheço, fazendo um resumo analítico de meu humilde e nunca visitado blog. Essa tal pessoa seria estudante de Jornalismo e estava fazendo um trabalho sobre mídias da internet. Caro amigo leitor, aqui estou eu, impressionado com toda essa PSICOLOGIA DE BAR, provavelmente do BAR "FIC BEBO".
eu
"Críticas são construtivas, te fazem buscar o melhor de si.
Elogios são destrutivos, te fazem acomodar e se satisfazer com pouco.
Tirei de um livro de política, visão extremista demais, portanto com forte sentido."
(Bruna Miranda)
Postado por
Felipe Cajazeiras
às
14:09
4
comentários
